Flora Victoria participa do IV Congresso Internacional de Felicidade

Embaixadora da felicidade no Brasil, a especialista vai falar sobre como a psicologia positiva contribui para a busca da felicidade, um dos objetivos fundamentais do ser humano

 Apesar de indefinível, a felicidade é inerente à natureza humana, de maneira que cada pessoa busca, dentro de seu projeto de vida, aquilo que a torna plenamente realizada. É a busca por essa tal felicidade que move o ser humano e o estimula a encontrar forças para trabalhar, estudar, viajar, conquistar amigos e amores, realizar sonhos. Mas, para encontrar esse bem tão precioso, é preciso entender o que torna o ser humano mais ou menos feliz e como administrar os percalços que impactam nessa busca.

Para discutir sobre o assunto,Flora Victoria, presidente da SBCoaching, mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela Universidade da Pensilvânia, um dos berços dessa ciência, e maior especialista do País no assunto, é uma das convidadas do IV Congresso Internacional da Felicidade, que acontecerá nos dias 02 e 03 de novembro, em Curitiba. Ela apresentará a palestra Como a Psicologia Positiva pode ajudar no bem-estar físico e florescimento humano, e compartilhará conquistas da psicologia positiva baseadas em comprovação científica e vivências que estimulam o cérebro a despertar emoções positivas e felicidade.

A mestre em psicologia positiva participa pela primeira vez do Congresso, que conta com palestrantes do Brasil e do mundo, para abordar a Felicidade a partir dos aspectos filosófico, científico, espiritual e artístico. Flora estará ao lado de grandes estudiosos brasileiros e estrangeiros como a psicóloga e antropóloga americana Susan Andrews; Howard Martin, fundador do Instituto Heart Math e co-criador da Global Coherence Initiative (GCI); Monja Cohen, o filósofo Luiz Felipe Pondé; o escritor Marcos Piangers, autor do best-seller ‘’Papai é Pop’; e Joel Aleixo, o grande estudioso dos florais no Brasil, entre outros.

“É uma honra participar desse evento tão importante e grandioso, que vai reunir os mais importantes especialistas mundiais para discutir temas primordiais para a qualidade de vida das pessoas. Tenho imenso orgulho do trabalho que venho realizando no Brasil, com o apoio de importantes parceiros internacionais, como Martin Seligman e Tal Ben-Shahar, propagando a psicologia positiva de forma séria, comprometida e científica”, afirma Flora.

O brasileiro não está feliz, segundo pesquisas!

A felicidade não cai no colo, é preciso decidir ser feliz. E diante de tantos acontecimentos – econômicos, políticos, morais -, dos últimos anos, o brasileiro já não é um povo tão feliz, de acordo com pesquisa do Instituto Ipsos divulgada em setembro deste ano.

O estudo avaliou a felicidade da população de 28 países e detectou que, se compararmos ao ano anterior, os brasileiros estão menos felizes em 2019, 61% dos entrevistados no País consideram-se muito felizes ou felizes – uma queda de 12% em relação à última edição, feita em 2018, quando o resultado foi de 73%. No mundo, o índice de felicidade também caiu de 70% para 64%.

Pela mesma pesquisa, a saúde e o bem-estar físico são considerados fonte de felicidade para 65% dos brasileiros, ocupando o primeiro lugar entre as 29 fontes de felicidade citadas. Em segundo lugar, está o quesito “ter um emprego que faça sentido” (62%), seguido por “sentir que a vida faça sentido” (59%).

Outro importante estudo corrobora para a queda do índice de felicidade no Brasil. A edição 2019 do World Happiness Report, produzida com o apoio da consultoria Gallup e da Organização das Nações Unidas (ONU), que monitora o estado da felicidade no mundo, compilou dados de 156 países entre 2016 e 2018, para chegar aos países mais felizes. Como no resultado do estudo em 2018, este ano o Brasil, novamente, caiu no ranking da felicidade, perdendo quatro posições: passou do 28º lugar para o 32º. A verdade é que é o nível de felicidade no País vem caindo ano a ano. Em 2017, o Brasil ocupava a 22ª colocação e, este ano, está 10 posições abaixo.

“Os resultados destes estudos indicam o que a ciência já concluiu há algum tempo:  a felicidade não é algo que cai no colo todos os dias. É preciso querer ser feliz e praticar essa busca, assumindo o controle da própria vida. Para isso, a pessoa precisa saber trabalhar e aprimorar emoções positivas, lidar bem com as adversidades, construir bons relacionamentos pessoais e profissionais, buscar realizações e conquistas que façam sentido na vida dela, se engajar em algo que tenha valor emocional”, ressalta Flora Victoria. 

A psicologia positiva e o combate às emoções negativas

Entre alguns motivos para a queda no índice de felicidade do brasileiro, estão: a crise no País e o cenário incerto em relação ao futuro, a insatisfação com a própria situação financeira, somados ao medo da violência e a dificuldade de adaptação ao mundo cada vez mais acelerado. Tudo isso desperta emoções negativas, como ansiedade, medo, raiva, culpa, inveja, entre inúmeras outras, que impactam em diversas áreas da vida e comprometem a felicidade.

“É neste momento que entra em cena a força da psicologia positiva. Pesquisadores se debruçam sobre a felicidade há décadas, e, hoje, as relações interpessoais, o propósito, a satisfação e a motivação assumiram protagonismo e deixaram de ser temas abstratos, sendo analisados de forma sistemática”, aponta Flora.

O principal objetivo da psicologia positiva é fazer com que as pessoas adquiram a capacidade de lidar com suas vidas cotidianas e usem o que elas têm de melhor – seus talentos – para intervir no seu andamento de forma benéfica. “Daí a relevância de trabalhar qualidades, virtudes e forças pessoais, que são habilidades natas, muitas vezes, pouco ou nada exploradas”, aponta a especialista.

Segundo Flora Victoria, diversos estudos compilados por pesquisadores que organizam o World Happiness Report demonstram que:

·         O afeto positivo é associado a menores índices de acidentes vasculares cerebrais, doenças cardíacas e suscetibilidade a infecções.

·         O alto nível de bem-estar subjetivo está ligado à alimentação saudável, à probabilidade de ser fumante, à prática de exercícios e ao peso.

·         Pessoas mais felizes tendem a viver mais e têm menor risco de mortalidade, mesmo depois do controle de fatores relevantes.

·         Colaboradores felizes são mais propícios a serem bem avaliados por seus supervisores e apresentam melhor  performance financeira.

·         A felicidade pode aumentar a curiosidade, a criatividade e a motivação dos colaboradores.

As teorias de psicologia positiva, do bem-estar e do florescimento são um conjunto de conceitos psicológicos que abrange o funcionamento humano otimizado e que leva à felicidade plena. “A psicologia positiva é o que há de melhor e mais contemporâneo na ciência para quem deseja desenvolvimento pessoal, manter bons relacionamentos, obter prosperidade na carreira e, principalmente, levar uma vida mais equilibrada, saudável e feliz”, completa Flora Victoria.

Serviço:

IV Congresso Internacional de Felicidade

Data: 2 e 3 de novembro de 2019

Local: ExpoBarigui – Parque Barigui, Curitiba

Palestra Flora Victoria: Como a Psicologia Positiva pode ajudar no bem-estar físico e florescimento humano

Data: 02 de novembro

Horário: 15h55

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